Choro pelas letras, através das linhas e palavras cuidadosamente articuladas, corrigidas pelo meu companheiro Aurélio na sua versão eletrônica. Canto no interior de mim, meio ausente, meio incoerente, mas canto as alegrias que vêm e se vão, e canto a tristeza que às vezes acomete meu coração. Sofro, como toda humanidade, diante da limitação de ser o que não se quer ser, de não se ter o que se quer ter, de estar o que não se quer estar. Luto pelas vias mais estranhas, mais sublimatórias e criativas que meu ser encontrou até o momento, para que o que sou, o que tenho e o que estou possam me fazer feliz. Acredito mesmo contra as evidências, como meu pai na fé Abrãao, que as coisas podem melhorar, que a dor vai passar, que a alegria baterá à minha porta mais freqüentemente. Sinto pelas sensações corpóreas, pela minha alma que chora, pelo olhar alheio, por aquilo que leio, pelo que como e bebo que a vida é bela, apesar de tudo. E assim se segue... chorando, cantando, sofrendo, lutando, acreditando e sentindo...
Acho que esta música combina bem com o que estou sentindo: Tom Jobim - A Felicidade.
Para pensar...
"Uma pesquisa que investigou o que acontece na cabeça das mulheres quando elas chegam ao orgasmo e descobria que boa parte dele simplesmente desligue na hora H. [...] Por fim, uma surpresa sobre "preliminares": nos homens, elas ativam uma parte do cérebro ligada à emoção; nas mulheres, o que está importando é a sensação física." (Globo.com) Já vi que sei menos de gênero hoje que ontem...
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