Most Bonito - O mais bonito. Este é o título de uma matéria que saiu no jornal The Ney York Times ontem. Infelizmente, não posso traduzir tudo e colocar aqui (por motivos legais e temporais). Assim, decidi disponibilizar alguns trechos desta linda reportagem por dois motivos:
1. Ela nos orgulha como brasileiros, pois chama a atenção do mundo para nossa capacidade criativa;
2. Ela nos traz a importância e a diferença que a criatividade pode fazer não somente nos esportes, mas na vida real.
“Parece haver uma característica essencial, algo maior que mera quantidade, que distingue o futebol brasileiro daquele jogado por todos os outros. Juca Kfouri [...] gosta de comparar o futebol brasileiro com o inglês original. Ele diz que o último é ‘mais tático, mais disciplinado, mais rigidamente aderente às regras que o técnico impõe. No Brasil, métodos existem para serem desmantelados. É por isto que, quando Brasil e Inglaterra jogam, o Brasil quase sempre ganha fazendo gols que não estão nos livros, gols que vêm como uma completa surpresa.’”
“Estratégia e táticas são praticamente as mesmas mundo afora. Neste sentido, o futebol se tornou parecido com basquete [...]. Boa técnica boa ser ensinada. Olhe para uma jogador como Zidane [...]. Ele tem tanta habilidade com a bola como qualquer brasileiro. É por isto, que a diferença está na mente”, diz Tostão.
“O capitão da seleção inglesa, David Beckham, tem a habilidade de fazer o que um jogador brasileiro pode fazer, mas ele não o faz por que está preso no seu jeito inglês de pensar”, diz Tostão.
“O futebol é a maior religião do mundo, atravessando raça, fé, geografia, ideologia e gênero como nenhum outro fenômeno. O Brasil é a igreja favorita da religião.”
Trecho entre aspas - Copyright 2006 The New York Times Company
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